eu, desatento, pra variar
não enxerguei que o vento, ao passar
deixou ao meu lado uma flor, pequena flor.
e como toda vez que me surpreendo,
fiquei inseguro, e no momento
refleti:
será que vale à pena
investigar essa pequena?
pequena flor, logo senti seu odor
era mesmo um perfume, doce e suave
que confundia-se com sua cor, díspar cor
de embriagar qualquer ave

fiquei intrigado, até incomodado
como uma flor assim pára logo do meu lado?
lógico que eu não ficaria parado…
até demorei… mas entendi o recado.

brisa que vem e refresca,
o sol já dormia…
enquanto isso, na sua testa
(E que testa!)
escrito porque sorria.
e a flor, antes fechada
que eu só conhecia de fachada
lentamente desabrochava…

pensei então em meus jardins
de todas aquelas plantas, só a de Lins
que conheci no rio, mas que gosta de lagoa
me deixa hoje, agora, rindo à toa.

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